Início de ano é a época certa para fazer check-up. Confira os exames fundamentais para ter um 2019 mais saudável

Mais do que viver muito, as pessoas querem é viver muito bem.

Um estudo conduzido pelo National Institute on Aging, nos Estados Unidos, busca compreender fatores genéticos, ambientais e comportamentais que contribuem para algumas pessoas viverem bem até 100 anos de idade ou mais.

Dados mostram que, por volta do ano 2050, mais de 800 mil americanos entrarão no segundo século de vida. Além de bons genes, alimentação e hábitos saudáveis, os cuidados com a saúde parecem exercer um papel fundamental na longevidade.

Isso inclui o check-up anual.

Inúmeras doenças, quando diagnosticadas no início, através dos check-ups de rotina, têm um prognóstico favorável.

Isso significa que o que antes poderia ser fatal, agora pode ser tratado como doença crônica, permitindo ao paciente viver mais e melhor.

De nada valeria investir em medicamentos e equipamentos com tecnologia de ponta se não houvesse essa mudança cultural na população, que hoje já encara muito bem os exames anuais.

Conheça os exames mais indicados para avaliar a saúde do homem e da mulher:

  1. Mamografia. Um exame que deve ser realizado anualmente por mulheres acima dos 40 anos. Se houver indicação clínica, pacientes de alto risco, com histórico de câncer de mama na família, podem começar a realizar exames preventivos mesmo antes dos 35 anos.

 

  1. Papanicolau. Independentemente do histórico sexual da paciente, o exame deve ser realizado regularmente a partir dos 18 anos para prevenção do câncer cervical. Depois dos 30 anos, a maior frequência de miomas e de outras doenças relacionadas ao útero e aos ovários pode levar o médico ginecologista a solicitar também a ultrassonografia transvaginal.
  2. PSA (livre e total). O ‘antígeno prostático específico’ é bastante utilizado no diagnóstico precoce do câncer de próstata e no seguimento da doença, pós-tratamento. A avaliação do resultado deve levar em conta dados clínicos, como histórico do paciente, fatores hereditários, idade, volume da próstata e uso de medicamentos.
  3. Exame colesterol e triglicerídeos. Principalmente depois dos 40 anos, o exame de sangue para checagem das taxas de colesterol e triglicerídeos devem ser anuais, a fim de contribuir para a prevenção do infarto. Hoje, as doenças do coração fazem 300 mil vítimas ao ano, entre homens e mulheres.
  4. Exame de glicemia em jejum. Trata-se de um importante exame de sangue que deve ser realizado com o paciente em jejum de pelo menos oito horas. Ao analisar a taxa de açúcar no sangue é possível diagnosticar portadores de diabetes, doença crônica que é tanto melhor administrada quanto mais precocemente diagnosticada.
  5. Controle da tireoide. Depois dos 30 anos, as mulheres têm três vezes mais chances de desenvolver distúrbios da tireoide, principalmente o hipotireoidismo. Em alguns casos, a paciente começa a notar certa dificuldade em perder peso, queda acentuada de cabelo, enfraquecimento das unhas e maior sonolência. A doença pode ser diagnosticada por um simples exame de sangue em que são realizadas as dosagens dos hormônios tireoidianos T3, T4 e TSH. Entretanto, quando o médico endocrinologista suspeita da presença de nódulos, poderá sugerir a realização de exames complementares, como ultrassonografia, cintilografia ou mesmo uma biópsia. Vale ressaltar que homens também devem fazer o exame quando solicitado pelo médico.
  6. Densitometria óssea. Depois dos 50 anos, ou ainda mais cedo dependendo do histórico familiar, é recomendável realizar o exame de densitometria óssea a cada dois anos para se prevenir da osteoporose, que é uma doença silenciosa e ainda assim bastante agressiva para com a terceira idade, quando uma fratura pode comprometer totalmente a qualidade de vida do paciente.
  7. Eletrocardiograma. Para quem não tem histórico familiar, pode começar a fazer parte da bateria de exames anuais a partir dos 50 anos. Dependendo das orientações do médico cardiologista, o eletrocardiograma deverá ser acompanhado dos exames abaixo.
  8. Teste ergométrico. Também chamado de teste de esforço, esse tipo de eletrocardiograma é utilizado como rastreador de alterações do ritmo cardíaco durante o esforço físico, frequentemente associadas à doença arterial coronariana e à angina, uma vez que muitos desses pacientes apresentam resultado normal no eletrocardiograma em repouso.
  9. Ecodopplercardiograma. Trata-se de um ultrassom do coração que permite checar a anatomia do órgão, suas dimensões e a função de inúmeras estruturas cardíacas, assim como o fluxo sanguíneo. Com esse exame é possível diagnosticar alterações relacionadas à hipertensão arterial, coronariopatias (artérias), miocardiopatias (músculo cardíaco) e disfunções nas válvulas do coração, por exemplo.
  10. Autoexame da pele. O câncer de pele não melanoma é o tipo da doença que mais acomete homens e mulheres no Brasil. O uso diário de protetor solar e o autoexame ainda são as melhores medidas de prevenção – prestando atenção na presença de manchas disformes, pintas escuras ou malcheirosas. Na dúvida, é sempre recomendável consultar um dermatologista. É comum os médicos encaminharem material para biópsia, a fim de fazer um diagnóstico o mais preciso possível.

Outros exames que fazem parte do check-up masculino: ácido úrico, urina, ureia, creatinina, bilirrubina, TGO/TGP, Gama GT, fosfase alcalina, milase, grupo sanguíneo, hepatite B, hepatite C e HIV.

De forma geral, identificam fatores de risco para doenças do coração, diabetes e câncer, assim como checa também funções de órgãos importantes como o fígado e os rins.

De acordo com a necessidade do paciente, o check-up masculino pode ainda conter exames de função pulmonar e raios-X, assim como avaliações nas áreas de otorrinolaringologia, oftalmologia, e gastro/proctologia. (Fonte: revista Vip)

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Cássio