Estado de SP registra mais quatro mortes por sarampo

A Secretaria Estadual da Saúde confirmou mais quatro mortes por sarampo no estado de São Paulo. No total, nove pessoas morreram em decorrência da doença no estado.

Os novos casos são de uma bebê de 11 meses da capital paulista e de três adultos: uma moradora de Itanhaém (106 km de SP) de 46 anos e que tinha condições de risco, uma de Francisco Morato de 59 anos e um homem de 25 anos residente em Osasco (ambos na Grande SP). Dos quatro mortos, três não tinham histórico de vacinação.

(…)

Por considerar que o vírus já circula em todo o território paulista, a confirmação de casos será feita laboratorialmente e com base no critério clínico-epidemiológico, ou seja, através dos sintomas e da avaliação médica, conforme preconizado pelo Guia de Vigilância Epidemiológica do Ministério da Saúde.
Segundo balanço divulgado pela Secretaria Estadual da Saúde, o estado tem 6.387 notificações de sarampo. Destas, 5.411 foram confirmadas laboratorialmente. A capital paulista soma 59% do total, o equivalente a 3.768.

A vacina tríplice viral (contra sarampo, rubéola e caxumba) é a única forma de prevenir a doença.

O Ministério da Saúde realizará uma campanha de vacinação contra o sarampo, em duas etapas. A primeira terá início na próxima segunda-feira (7). Até o dia 25 de outubro, as doses estarão disponíveis para crianças de entre seis meses e quatro anos, 11 meses e 29 dias. O dia D, para conscientizar sobre a importância da vacina será no sábado (19).

A segunda etapa —de 18 a 30 de novembro— contemplará a população de 20 a 29 anos, com Dia D em 30 de novembro.

O calendário nacional de vacinação prevê a aplicação da tríplice aos 12 meses e também aos 15 meses para reforço da imunização com a tetraviral, que protege também contra varicela.

Os bebês com menos de 12 meses também devem receber a chamada “dose zero”, que não é contabilizada no calendário.

A vacina é contraindicada para bebês com menos de seis meses. Para proteger as crianças dessa idade, os pais devem evitar que elas frequentem aglomerações e manter higienização e ventilação adequadas.

Funcionários das salas de vacinação deverão fazer a triagem de crianças que tenham alergia à proteína lactoalbumina (presente no leite de vaca), para que recebam a dose feita sem o componente.

Não devem se vacinar contra o sarampo imunodeprimidos, quem toma corticoide em dose alta ou por tempo prolongado, transplantados, pessoas com HIV com imunidade muito baixa e grávidas.

As mulheres devem aguardar 30 dias para engravidar após serem imunizadas, porque na vacina tríplice viral está o vírus atenuado da rubéola, que cruza a placenta e pode provocar má-formação fetal. (Da Folha)

*

A SAÚDE CLÍNICA MÉDICA: PIONEIRA EM ATENDIMENTO POPULAR EM TABOÃO DA SERRA

Aproveite para agendar sua consulta.

Basta mandar uma mensagem para o número: (11) 96053-6102 (WhatsApp); fixo (11) 4788-2520

Estamos na Rua Ernesto Capelari, 204, em Taboão da Serra!

Aceitamos Convênios

 

Author Info

Cássio