Covid: como se manter saudável enquanto se preserva na pandemia

São incontáveis os memes, nas mídias sociais, sobre o estilo de vida provocado pelo isolamento social de combate à propagação do novo coronavírus.

Entre as brincadeiras frequentes estão os quilos a mais identificados na balança durante ou após a quarentena.

Com o objetivo de refletir sobre a alimentação e promover novos hábitos nesse período, a Associação Brasileira de Nutrição (Asbran) lançou um guia sobre  o tema:

“É importante que as pessoas tenham uma alimentação saudável e balanceada para que a gente esteja com o nosso sistema imunológico funcionando de forma adequada para a gente prevenir problemas de saúde”, explica a nutricionista e vice-presidenta da Asbran, Daniela Cierro Ros.

A publicação busca informar à população, de maneira prática e com linguagem de fácil entendimento, sobre a necessidade de mudanças de hábitos alimentares e adoção de medidas que contribuam para o fortalecimento do organismo. O documento apresenta dicas para o adequado armazenamento e aproveitamento de alimentos neste período de enfrentamento à doença no país.

“Um cardápio balanceado é muito importante, a gente não pode elencar um único alimento ou uma única vitamina para combater qualquer problema de saúde. Alimentos que vão trazer esse bem-estar para o nosso organismo são desde as frutas cítricas, como a laranja, limão, acerola, vegetais verdes escuros, como brócolis, espinafre, iogurtes sem corantes naturais, alimentos de origem natural, amendoins”, elenca Ros.


A nutricionista destaca que é importante estabelecer uma rotina no cardápio e aponta para um dos pontos de instrução do guia: o planejamento e a participação ativa de todos da família na hora de preparar a comida.

“Estabeleça uma nova rotina com horários para dormir, acordar e fazer as refeições à mesa. E envolva, numa escala de idade, a preparação desses alimentos, porque, na hora de sentar para comer, a participação conta muito na adesão desse estilo que a gente está adotando agora”, recomenda.

A dica vale principalmente para as crianças que acabam ficando mais suscetíveis aos chamados alimentos ultraprocessados, como biscoitos e salgadinhos. Para a especialista, rotina alimentar pode ajudar, inclusive, na dinâmica da ociosidade dentro de casa.

“Hoje é um momento da gente reorganizar os nossos hábitos alimentares e, por que não, fazer biscoitos em casa. Quando você tem um envolvimento na produção, as crianças têm uma maior adesão a experimentar, porque ela participou dessa experiência”, orienta a nutricionista.

Para as “desculpas” de não consumir os chamados alimentos frescos, como frutas, legumes e verduras, devido à limitação de mobilidade, a especialista pontua que há feiras delivery e dá outras dicas, como armazenar por mais tempo esse tipo de alimento.

“Outra forma também é fazer um abastecimento de 10 a 15 dias desses produtos mais frescos e fazer uma compra variada entre maduros e mais próprios para consumo. Nós também temos no guia a técnica do branqueamento, que é uma técnica para verdura e legumes, para congelar os alimentos e preservar os nutrientes”, conta Ros.

É possível ainda acessar outras informações, que envolvem uma alimentação saudável, como dicas para compras, higienização, congelamento e outras formas de armazenamento de alimentos. (Fonte: Brasil de Fato)

A SAÚDE CLÍNICA MÉDICA

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Cássio